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Fernando de Santis – Olhar e linguagem através da essência

Fernando de Santis é um fotógrafo paulista. Natural de São Paulo adotou Santos como a nova casa quando tinha 16 anos. Começou a fotografar em 2009, anos depois descobriu o amor e carinho pela fotografia sensual.

Atualmente se dedica  na delicadeza e valorização das mulheres que buscam a fotografia para realçar suas essências em todos os seus trabalhos.

Batemos um papo sobre sua história de vida, a fotografia e a confiança que todos os fotógrafos precisam para compartilhar com maestria sua visão.

Fernando de Santis
Foto por @ludlower

Fernando de Santis

Fernando de Santis
Foto de Fernando de Santis

Olá Fernando De Santis! Poderia contar um pouco sobre sua história e como foi o seu primeiro contato com a fotografia?

Minha família nunca foi uma família de fotografar. No nosso álbum de fotos há grandes lacunas na história. Claro que nos anos 80 a fotografia não era efêmera como é hoje em dia, os cliques eram pontuais, pois você pagava o filme, pagava a revelação e pagava a ampliação. Isso justifica muito termos tantos hiatos no nosso álbum de fotos da família.

Meu pai tinha uma Yashica 35mm MF, made in Japan, ele não deixava eu tocar muito… então meu contato com a fotografia, para valer, veio lá pelos anos 2000, quando compramos uma câmera digital da Polaroid, e ali, comecei a fotografar tudo. Tempos depois, em 2009, quando fui viajar para o Peru, resolvi aprender a fotografar, estudei, comprei apostilas e livros, para poder fazer fotos bacanas na viagem, e foi ali que surgiu o embrião da fotografia de forma séria em mim.

Há quanto tempo trabalha como fotógrafo? Houve alguma dificuldade para ingressar na área? Algum tipo de preconceito ou barreira?

Fotógrafo de ensaios femininos, trabalho desde 2013. Oito anos, para quem ler essa entrevista em 2021. No começo as pessoas brincavam, “ah, isso não é trabalho”, “deixa eu ser seu assistente”, “essas mulheres são todas putas?”. Eu tinha que explicar. Aliás, esse tipo de preconceito existe até hoje, felizmente as pessoas ao meu redor já entenderam faz tempo que é um trabalho sério, que exige muito profissionalismo, atenção e respeito.

A barreira vem no início, pouco material para mostrar, sem portfolio, não tinha como conquistar clientes em potencial. É aquela história de querer um emprego, sem ter experiência e o mercado exigir dois anos de experiência. Fui fazendo parcerias, desenvolvendo o meu olhar e recheando o meu portfolio, até começar a responder pedidos de orçamentos evasivos (risos). Mas a dificuldade foi mais em explicar a seriedade do trabalho e ganhar um espaço no mercado.

Fernando de Santis
Fernando de Santis

Não sei para você, mas acredito que o sonho da maioria dos fotógrafos é cobrir desfiles e ser fotógrafo de moda. Foi assim para você?

Cara, pra mim, meu sonho era ser fotografo de rua. Fotografar as pessoas no dia, no cotidiano, a modalidade de “street photography”. Algo próximo à fotojornalismo. Adorava ver as fotos do Gabriel Uchida, que ele fazia em estádios de futebol, mas ele fotografava a torcida, não os jogadores. Eu amava (amo) o documental. E teve uma época que eu descobri a Revista Trip, que tinha os ensaios das Trip Girls, mulheres normais, em ambientes normais, com luzes naturais.

Eu pirei naquilo! Sem aquela pompa da Playboy, de fotografar estrelas da TV na Capadócia ou em Mykonos. E ao mesmo tempo descobri que fotógrafos da Playboy fotografavam na Trip! Poxa, era outra linguagem, era outra forma de ver a sensualidade real! Qualquer menina ali, na capa, poderia ser a minha vizinha! Não era uma ex-BBB. Eu pirei nesse formato, e aí pensei “quero fotografar assim, também!”.

Fernando de Santis, na sua opinião quais são as maiores dificuldades que um fotógrafo enfrenta nesse mercado tão concorrido e sobrecarregado de redes sociais, onde qualquer um pensa que é fotógrafo?

Acho que podemos olhar o cenário em dois prismas. Esse em que o mercado está saturado e o outro em que há oportunidades para todos. Eu prefiro ver o cenário de que todos têm chance de mostrar o seu trabalho. Caberá às mulheres fazerem o crivo do que é bom ou ruim, para confiarem à integridade delas em um set de fotografias.

O que pode despertar uma errônea atitude nos fotógrafos é se compararem. Fulano tem tantos mil seguidores, ele cobra X e eu cobro Y, ele tá fotografando muito e eu pouco. As redes sociais são apenas uma vitrine do bonito, então temos que ter parcimônia para olhar as redes e aceitar o que vemos.

O fato de pensar ser fotógrafo e realmente ser fotógrafo há um abismo. Primeiro que alguém que assedia não é fotógrafo. Já podemos retirar da sentença. E aí envolve todos os estudos, não basta ter uma câmera ultramoderna, você tem que saber fotografar, tem que saber técnica, tem que saber iluminar, tem que saber dirigir um ensaio, tem que saber se vender, saber de marketing na internet, tem que saber ferramentas de pós-produção, tem que saber controlar seus gastos… não adianta você ter a sua T7 com uma 50mm e fazer bokeh.

Acho então que a dificuldade hoje, fica por conta da crise que enfrentamos no país, convenhamos, a fotografia sensual não é algo necessário em tempos de crise. Mas o mercado está aquecido. Se você me perguntar se há concorrência, eu te digo que não há. Ninguém fará as fotos que eu faço, com a minha visão e com a minha cultura, assim como eu não conseguirei fazer as fotos que outros fotógrafos fazem. Se alguém gostar da minha linguagem, vai me contratar, se a pessoa procurar por preço, não estará realmente interessada no meu olhar, estará interessada em preço.

Fernando de Santis
Foto de Fernando de Santis

Você é fã de algum fotógrafo, seja ele da atualidade ou dos grandes clássicos como Bresson, Brassaii, entre outros? Procura se inspirar em alguém?

Sou fã do Helmut Newton. O cara foi o pai do sensual, do nu, da moda. Os livros dele são bíblias! Tenho em casa pilhas de livros de fotografia, que tomam grande parte dos espaços (assim como os meus discos) e do Newton, tenho alguns livros que servem como norte para mim, quando preciso de inspirações. Claro que gosto de outros artistas, como Mario Testino, Vicente Peters, Peter Linderbergh, além dos conhecidos no Brasil, Bob Wolfenson e JR Duran.

Mas gostaria de destacar um nome, em específico, que foi aquele tapa na cara que eu tomei, quando vi as revistas Trip. A fotógrafa californiana, Autumn Sonnichsen, que mora em São Paulo, na Praça da República. O trabalho dela é o meu trabalho preferido (contemporâneo). Bebi e bebo da fonte dela com muita vontade. Amo a forma como ela “some” nas sessões, como ela arranca das mulheres uma intimidade que somente amigas conseguiriam ter.

Fernando de Santis, por que a fotografia sensual? Como que você percebeu que essa era a sua praia?

Foi uma época em que eu fotografava todos os tipos de ensaios: casais, book, gestantes, pre wedding e entre os trabalhos apareciam eventualmente ensaios sensuais. Um dia, decidi criar uma revista na Baixada Santista, chamada Revista TU, com o meu amigo Thiago Souto. A ideia da nossa publicação seria uma revista de comportamento, voltado para o público da Baixada, com pessoas da Baixada.

Então entrevistávamos pessoas da região, falávamos de arte, de gastronomia da região e fazíamos ensaio feminino com alguma moça da região. Tô falando no passado, mas a Revista TU existe até hoje (www.revistatu.com.br) e as pessoas começaram a associar o meu nome aos ensaios da revista, então uma coisa levou à outra…

Fernando de Santis
Fernando de Santis

Sobre as modelos. Como que é o desenrolar do seu trabalho? Você é quem entra em contato com uma determinada modelo que deseja fotografar e faz a proposta, ou elas que te procuram já com a ideia de fazer um ensaio sensual?

Acontecem os dois casos. Eu fotografo muito mulheres “comuns”, não modelos. Mulheres que precisam se ver de outra forma, por problemas de autoestima, ou porque estão com silicone novo, ou fizeram uma tattoo nova, ou então emagreceram, ou estão numa fase boa, enfim, mulheres com todas as histórias me procuram para eu fazer o ensaio delas. Elas me contam os desejos e em entrevistas que eu faço, arranco todas as vontades delas e as transformo em fotografias.

E existe o cenário em que eu tenho uma ideia minha, um trabalho autoral na cabeça e então saio caçando modelos que se encaixem no meu trabalho. Nesses casos eu penso em um trabalho, imagino uma moça / biótipo / estilo que case com a mensagem que eu quero passar e saio procurando. Quando encontro, conto o meu objetivo, se a moça gostar da ideia, eu a contrato e tocamos a produção a diante.

Fernando de Santis, como a foto sensual em si já é um momento de intimidade e confiança entre modelo e fotógrafo. Como que funciona essa interação, o fato de ganhar a confiança e passar credibilidade para quem está posando?

Esse é o ponto chave nesse trabalho. Muitos fotógrafos entram pelas portas dos fundos nessa área, para ver a menininha peladinha, para ter contato com as moças, para assediar, enfim, o meu trabalho é pautado na confiança e no respeito. Como disse, eu converso muito com as moças antes do ensaio, então chegando no dia, não somos mais perfeitos estranhos. E na sessão eu falo feito o velho da cobra. Dirijo o ensaio, converso, conto piadas, peço para a moça me contar causos, esse tipo de atitude minha já deixa a moça relaxada para o trabalho.

E aí pequenos gestos meus durante o ensaio fazem com que a moça entenda que meu trabalho é sério. Por exemplo: sempre que estou conversando com a moça, falo olhando nos olhos dela, eu NUNCA encosto na modelo, se vou mostrar alguma foto para a modelo, na minha câmera, eu fico de costas para ela mostro a foto por cima do meu ombro, para a minha frente não relar em nada dela. Quando a moça vai se trocar, eu saio do ambiente.

Por mais que ela esteja nua ou vá fazer nu, eu dou esse espaço para ela, ela não está se despindo ou se trocando para mim, ela está fazendo isso para as fotos. Sempre pergunto se a moça está de acordo com as minhas ideias, pergunto se ela está bem, se está confortável, com sede, com fome, cansada… eu deixo claro para ela que ela tem o espaço dela no set e eu estou lá só para dirigir e fotografar.

Foto de Fernando de Santis

Poderia nos falar como é a estrutura do seu trabalho? Possui uma equipe que te assessora com maquiagem, cabelo, roupas, luz, cenário, etc? Trabalha com estúdio próprio ou prefere externas?

Geralmente trabalho em apartamentos ou casas, pois meus ensaios são sensuais casuais, que passam a sensação de que a moça está na casa dela, de boa, curtindo um dia. Então eu alugo apartamentos no Airbnb ou pego casas / apartamentos estúdios para fazer o meu ensaio.

Como os meus trabalhos têm essa pegada mais casual, nem sempre as modelos estão maquiadas com maquiagens pesadas, elas mesmas acabam fazendo a própria maquiagem. Em geral, no meu set, está eu, a modelo, algum convidado(a) da modelo e eventualmente um assistente meu.

Quando eu faço ensaio externo sempre tem pelo menos um assistente para ver luz, cuidar do equipamento e observar os arredores.

Fernando de Santis, vamos falar do processo criativo. Conte um pouco de onde vem a criatividade? Quando você bate o olho numa modelo já vem tudo na sua cabeça, desde adereços, local, tipo de luz, etc? Você mesmo bola tudo, desde o briefing até a execução ou a modelo chega a dar sua sugestão e a participar do processo criativo?

Falando em clientes, quando chegou ao set já sabendo o que a cliente espera, de mensagem que as fotos transmitirão. Mas não tenho poses prontas. Cada caso é um caso, cada objetivo é um objetivo, cada biótipo é um biótipo. O que funciona para uma, não funciona para outra e assim por diante.

Eu entro na locação, olho os ambientes, olho as luzes, depois vejo toda a produção e começo a pensar qual look casará com qual ambiente da casa. Feito isso, saio dirigindo de acordo com o que a moça esperava, com a roupa que ela está usando e com os itens que estão no ambiente.

Quando é um trabalho autoral meu, eu já sei os locais, a produção e provavelmente já sei qual luz vou montar, e a modelo já chega “brifada” para o trabalho. Obviamente permito que a moça participe do processo criativo, não sou o cara fechado do tipo “meu trabalho, minhas ideias”, mesmo porque modelos profissionais têm bagagem, têm cultura e sempre chegam com ótimas ideias nas mangas, então sou aberto a sugestões, não sou daqueles que impõe.

Claro que se conversamos uma coisa e a modelo chega querendo mudar tudo, alguma coisa está errada, mas coisas pontuais eu sempre estou aberto a escutar e executar, se estiverem dentro do escopo do ensaio.

Hoje em dia, o empoderamento feminino ajudou com que as mulheres estejam mais decididas a fazerem um ensaio sensual? E geralmente qual é o objetivo da mulher que procura um ensaio sensual? Presentear o marido, namorado(a) ou para ela própria, guardar para a posteridade?

Definitivamente ajudou. Graças a Deus é um caminho que não tem mais volta. As mulheres fazem o que querem, por que querem e azar de quem pensar de forma diferente! As mulheres me procuram pelos motivos mais variados: fizeram dieta, colocaram silicone, fizeram tattoo nova, tiveram filho, estão grávidas, querem vender fotos na internet, querem apenas material para postar nas redes sociais, querem dar o ensaio de presente para o(a) companheiro(a) e principalmente, mas principalmente mesmo, quando estão com a autoestima em baixa.

A fotografia sensual não cura autoestima, quem faz isso são psicólogas em terapias, mas a fotografia sensual é uma bela ferramenta para que a moça se veja de outra forma e ajuda muito nesse processo.

As modelos que produzem conteúdos adulto, procuram o seu trabalho? Já fez trabalho para gente famosa? Conte para nós.

O mercado da fotografia feminina deu um boom com a pandemia. As moças começaram a vender fotos para sites como OnlyFans, para Close Friends do Instagram, e perceberam que muitas vezes precisavam de material profissional.

Quem saiu ganhando com tudo isso foram as modelos que vendem esses materiais, os fotógrafos que registam esses ensaios, os maquiadores e as locações. É trabalho duro das meninas, que precisam produzir material com bastante frequência, e de forma original.

Já fotografei moças mais famosas no meio, como modelos que já foram capas de revistas Playboy e Sexy, ex-bailarinas do Faustão, por exemplo.

Foto de Fernando de Santis

Quando você está frente a frente com a modelo, o que você analisa primeiro? Sabemos que cada olhar é único, e queremos saber como é registrar diferentes formas de beleza, compor e desenvolver uma história? Podemos dizer que uma sessão de fotos é também uma forma de contar uma história?

Eu analiso a história. Ali na minha frente não está um corpo, tem uma história, tem um motivo dela estar ali, vulnerável, na minha frente. Muitas vezes essas histórias carregam muitas dores e muitas vitórias. É isso que eu tento transparecer. Não me importa se a moça é alta, baixa, gordinha, magrinha, se é forte, etc., pois isso é a casca da pessoa. Se você olhar as minhas fotos, o foco eu cravo nos olhos.

Eu gosto muito do sensual que a mulher gosta, não que o homem gosta. Homem gosta do nu ginecológico, da mulher de quatro com as partes viradas para a câmera. Eu gosto de brincar com o cabelo, com o pescoço, com a cintura, com a boca da modelo, mulheres adoram isso.

Se o trabalho é meu, vocês verão mulheres fortes, sensuais e donas da própria história. Não verão mulheres sendo humilhadas ou com feições tristes.

Fernando de Santis, ao longo da sua carreira, já sofreu algum tipo de preconceito?

Nada pesado, só as brincadeiras mais sem graça mesmo “como você não comem as minas?”, ou “deixa eu segurar a luz para você?”. Mas é curioso saber que muito do preconceito vem das MULHERES! Muitas mulheres têm criação machista e acabam julgando as moças que estão posando.

Qual é o maior desafio para um fotógrafo, independente do segmento em que ele atua?

Artisticamente falando, ser original, não cair na mesmice e se reinventar. Você não pode ir para um set e repetir o mesmo ensaio de ontem, você tem que ter coisas novas na cabeça, tem que ter ideias novas, senão, você vai se pegar com o tempo cansado, fotografando de forma automática, sem o prazer de criar. Fotografia é arte, é expressão, você tem que passar uma mensagem ali. Buscar a inovação é o nosso maior desafio.

Quero saber um pouco de equipamentos. Você prefere flash ou luz natural? E qual a sua lente preferida, aquela que está em todos os ensaios, e por quê?

Eu trabalho com Nikon, desde que comecei de forma profissional. E não há diferença na qualidade Nikon, Canon, Sony, Fuji, Pentax, etc., todas são boas. A diferença é que quem usa Nikon é mais sexy (risos). Uso uma D810, e como reserva tenho uma D610. Minha lente número um é uma 35mm f 1.4 Sigma ART. Acho que ela tem uma distância focal perfeita para os ensaios internos e a distorção dela é aceitável (e facilmente corrigível no Photoshop), sem falar que a qualidade dessa lente é incrível.

Porém, fotografo bastante com 24mm e 85mm. Recentemente adicionei à minha mochila uma 16mm fisheye, para ter mais criatividade.

Eu uso flash, 90% das vezes as minhas fotos têm flash. Só não uso quando eu penso que a luz natural me atendeu. Eu faço a minha luz, não sou refém da luz que o lugar me dá, trabalho de forma pensada, não tenho pressa, não é fotojornalismo que tenho que registar como dá e da forma que cai no meu colo. Então eu monto a minha luz com um ou dois flashs da Godox V860IIn, em octas de 120mm e 90mm, eventualmente coloco um flash para latir apontado para o teto. Uso fotômetro, e desde então minha vida mudou. Se eu puder te dar uma dica é: COMPRE UM FOTÔMETRO!

Foto por @ludlower

Hoje, para quem quer se tornar um fotógrafo profissional, qual conselho você daria?

Não tenha pressa e não fique se comparando aos outros. Cada um tem o seu tempo. Não fique seduzido em ficar mudando seu equipamento, comprando o mais caro, o mais novo, etc. Estude, gaste seu dinheiro em cursos, workshops, aulas, vídeo aulas, não adianta você ter a câmera mais foda e a lente mais pica se não souber compor, se não souber iluminar, se não souber técnica, se não tiver bagagem artística, se não souber pós-produção. Vá estudar. Equipamento profissional é o equipamento que te dá dinheiro.

Fernando de Santis, muito obrigado por nos conceder esta entrevista para o Blog do Suspiro. Saiba que gostamos muito do seu trabalho e é um prazer poder compartilhar um pouquinho dele aqui no nosso blog. Deixo agora um espaço para que você possa falar o que quiser para os nossos leitores, para que também possam conhecer um pouco mais do seu trabalho.

Eu quem agradeço a oportunidade de contar um pouco do meu trabalho! Foi uma honra responder, adorei as perguntas. Baita espaço para nós fotógrafos, que ficamos atrás das câmeras, escondidos. Para quem quiser conhecer o meu trabalho:

Meu site: www.fernandodesantis.com

Sigam-me no Instagram, que tem fotos diárias em @desantisph.

Além disso tenho um canal no YouTube onde estou colocando VLOGs, mostrando o meu dia a dia de fotógrafo, só ir lá se inscrever em www.youtube.com/FernandoDeSantis_

Fotografia feminina é algo sério. Respeite as minas. Obrigado pela oportunidade, mais uma vez e um grande abraço a todos!

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